segunda-feira, 1 de outubro de 2012

BERLIM


Marcada pela II Guerra Mundial e tornada símbolo da Guerra Fria, Berlim nos dias de hoje será provavelmente conhecida entre o pessoal mais pelo seu andamento e boa onda do que propriamente pelo facto de lá terem morrido 800 mil pessoas só em Abril de 1945! Toco neste assunto porque sente-se em muitas partes da cidade, principalmente no Leste, uma atmosfera pós-apocalipse – então com os punks estendidos no chão em cada esquina, mais essa ideia ganha sentido…até parece o Mad Max!

História à parte, Berlim é uma cidade que logo nas primeiras voltas dá-se conta da sua extensão e a primeira impressão que fica é que estamos numa cidade diferente de todas as outras cidades alemãs: mais cosmopolita e menos conservadora. E como é bom estar numa cidade com gente de todas as raças e feitios… o problema só surge quando queremos comer um Eisbein e nada! Só nos aparece à frente restaurantes vietnamitas, coreanos, marroquinos, franceses, turcos, japoneses, etc. tudo muito bom, mas Eisbein nem vê-lo!

Como dizia o homem da garrafeira que nos vendeu umas garrafas de vinho branco Riesling: «Berlim é uma cidade nova, com gente nova, sítios cool, excelente oferta cultural e barata, muito barata, comparando com as outras grandes capitais europeias».

Para além de Berlim visitou-se a cidade de Dresden, com uma história incrível e um extraordinário museu. Neste périplo por território alemão, ainda se deu um salto a Hamburgo.


Café Caras com boa bica e galão. Ligeiramente mais caro do que os outros. Mas no estrangeiro pagamos o que for preciso por um bom café...

Bar Escschloraque no Mitte, junto ao Café Cinema e Museu da Anne Frank. À tarde passam Soul Coughing, à noite as batidas tecno do costume.


Ilha dos Museus.


Catedral de Berlim situada na Ilha dos Museus. Ponto turístico incontornável com bandas a tocar na rua para atrair turistas e sacar algum.

A cúpula do Reichtag da autoria do arquiteto Norman Foster . É tudo à borla, mas convém marcar a visita antecipadamente pela net.

Fotografia do Larry Clark no CO Berlin. Uma retrospetiva da obra do fotógrafo marcadamente autobiográfica. A seguir ia entrar uma exposição do Mario Testino.


Kebab no Dada Falafel na Orienburguer Str. Tudo muito light, mas bom.


Tacheles. A personagem da foto controlava o negócio enquanto ouvia o seu tecno minimal.


Weissbier para ajudar nas longas caminhadas. Alexander Platz.











A ficha de consumo de drogas do Larry Clark. Como se pode observar o rapaz não era nada meigo.










Concerto do Charles Bradley no Astra Club. Espalhar amor é com este homem.









Pela cidade vamos encontrando uns bares deste tipo. A maioria nem aquece nem arrefece, mas neste caso beberam-se umas boas caipiroskas!










Museu do fotógrafo Helmut Newton na parte ocidental, perto do jardim zoológico. 











Por aqui percebe-se bem a diferença que ainda existe entre as duas partes da cidade, outrora divididas pelo muro. Neste caso, parte ocidental, a cidade é muito mais frenética e movimentada. Esta é a rua de todas as compras e grandes lojas.








Shokoladen onde vimos o concerto dos Future Islands. Malta do Clube-Mate (bebida energética muito na moda nos clubes e mercearias turcas de Berlim).









Future Islands no Shokoladen, uma espécie de Zé dos Bois em versão Open Air. Se forem a Berlim, este é daqueles sítios de visita obrigatória.







Em Torstrasse existe a pizzaria La Pausa com o melhor de Itália a 2 euros e meio! Isto depois de meia dúzia de copos veio mesmo a calhar!










Perto das pizzas existe o bar Mein Haus Am See. População com boa onda e com Erasmus no curriculum. Ali na zona há boas pensões para estadias baratas.









Edelweiss depois de uma longa noite de clubbing!












Café francês onde se toma um bom pequeno-almoço ao domingo. A caminho do Mauerpark.











Com um Inverno tão longo, é ver os Berlinenses a sair da toca!











Boas motorizadas em Berlim!












Mauerpark. Aos domingos é o grande acontecimento na cidade. Uma feira da ladra gigante em estilo Woodstock.










As salsichas, salada de batata e cerveja nos jardins são o prato do dia!











Wings of Desire do Wim Wenders passou por aqui.












Casa da Orquestra Filarmónica de Berlim.














Bar no museu judeu. Uma pausa para aliviar a pesada experiência.











Das melhores coisinhas de Berlim: bares ao longo dos canais! Este era particularmente belo e está no top dos melhores momentos.










Mais Weissbier. Desta vez em Dresden. Dizem eles que é a Florença do Elba...






Dresden. Uma das cidades mais bonitas da Europa e com um museu monumental onde estão as obras mais emblemáticas do Renascimento.










Mais Dresden. Historicamente assombroso.












A Torre da TV em Alexanderplatz.












El Bocho numa viela algures em Berlim.












Jardim escondido ao lado do desativado aeroporto de Tempelhofe.











Um bar a ter em conta para relaxar do cosmopolitismo. Mais alemão que isto não há!











Karl -Marx Allee.












Na fila. Hamburgo.












Percorrendo os canais de Hamburgo em canoa.












Kreuzeberg. Um dos bairros mais interessantes de Berlim.











Museu Judeu.












East Side Gallery.












Lojas e livrarias de categoria são mato em Berlim.












Obrigado Carla António.















(Fotos sacadas com um BlackBerry 8520)

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